A poética do invisível

“Éder Oliveira não retrata bandidos, mas parte das imagens veiculadas pelos cadernos para retratar o homem amazônico, o caboclo, aquele que é apenas representado nesse mesmo caderno policial, e que acaba sendo estigmatizado como bandido” (Benjamin Seroussi, curador associado da 31 Bienal de São Paulo, em trecho da matéria publicada pela Revista Amazônia Viva, em setembro. Texto completo disponível no link).

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